Ontem fez um ano que fui para Michigan, onde vivi talvez os sete meses mais intensos da minha vida. E olha que minha vida vive dando piruetas, bem que eu queria um pouco de sossego, às vezes. Mas não sou esta pessoa.
Então. De volta ao Brasil desde dezembro, já deu para se reacostumar com uma porção de coisas, outras nem tanto (trânsito, falta de educação, violência, esculhambação...), mas aqui é minha terra, e cabe a mim fazer minha parte para melhorá-la. Aliás, foi uma das muitas coisas que aprendi com os ianques. Um país se faz mais com pessoas do que com governos. Esses mudam, a gente, não.
A volta me fez enxergar minha cidade com outros olhos. Virei um pouco turista da minha vizinhança, dei agora de fotografar muros, olhar jardins com carinho, me deslumbrar com detalhes de arquitetura que eu não percebia antes... É engraçado.
E por que Passageiro? Porque a vida me ensinou que tudo passa - as coisas boas, as ruins, as que marcam e as que esquecemos. É um dos pilares da Yoga e do Zen Budismo, que eu tropicalizei com meu catolicismo não tão católico, e deu na minha filosofia de vida - se é que isso existe. Mas é a grande verdade, tudo passa (aí vem a piadinha: até a uva passa, ou também: tudo na vida é passageiro, menos o cobrador e o motorista, grafite que eu vi num muro quando tinha uns treze anos, e jamais esqueci). E também somos todos passageiros - no sentido literal e figurado.
Não vai ser um blog de viagens - gastei todo meu repertório (e dólares, e reais) lá no hemisfério norte, agora vamos dar um tempo. Mas, como eu voltei com este olhar novo, pode ser que eu escreva sobre caminhos e cantinhos da minha cidade e redondezas. Também servirá para eu descarregar a minha absurda necessidade de dar opinião sobre tudo e exercitar minha incontinência verbal, cada vez mais séria.
Quem quiser passar por aqui, está convidado.
Então. De volta ao Brasil desde dezembro, já deu para se reacostumar com uma porção de coisas, outras nem tanto (trânsito, falta de educação, violência, esculhambação...), mas aqui é minha terra, e cabe a mim fazer minha parte para melhorá-la. Aliás, foi uma das muitas coisas que aprendi com os ianques. Um país se faz mais com pessoas do que com governos. Esses mudam, a gente, não.
A volta me fez enxergar minha cidade com outros olhos. Virei um pouco turista da minha vizinhança, dei agora de fotografar muros, olhar jardins com carinho, me deslumbrar com detalhes de arquitetura que eu não percebia antes... É engraçado.
E por que Passageiro? Porque a vida me ensinou que tudo passa - as coisas boas, as ruins, as que marcam e as que esquecemos. É um dos pilares da Yoga e do Zen Budismo, que eu tropicalizei com meu catolicismo não tão católico, e deu na minha filosofia de vida - se é que isso existe. Mas é a grande verdade, tudo passa (aí vem a piadinha: até a uva passa, ou também: tudo na vida é passageiro, menos o cobrador e o motorista, grafite que eu vi num muro quando tinha uns treze anos, e jamais esqueci). E também somos todos passageiros - no sentido literal e figurado.
Não vai ser um blog de viagens - gastei todo meu repertório (e dólares, e reais) lá no hemisfério norte, agora vamos dar um tempo. Mas, como eu voltei com este olhar novo, pode ser que eu escreva sobre caminhos e cantinhos da minha cidade e redondezas. Também servirá para eu descarregar a minha absurda necessidade de dar opinião sobre tudo e exercitar minha incontinência verbal, cada vez mais séria.
Quem quiser passar por aqui, está convidado.